redação – Portuguesando https://portuguesando.com.br Língua Portuguesa Thu, 17 Jul 2025 18:13:20 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.9 Chega de Perder Pontos por Causa da Vírgula! https://portuguesando.com.br/chega-de-perder-pontos-por-causa-da-virgula/ Thu, 17 Jul 2025 18:09:51 +0000 https://portuguesando.com.br/?p=865 O guia definitivo e prático para você dominar as regras de pontuação, escrever com mais segurança e garantir uma nota maior na redação do ENEM, concursos e vestibulares.

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O Que É Substantivo? Entenda de Forma Simples e Clara https://portuguesando.com.br/o-que-e-substantivo-entenda-de-forma-simples-e-clara/ Wed, 09 Jul 2025 15:30:37 +0000 https://portuguesando.com.br/?p=825 Você já ouviu falar em substantivo e ficou na dúvida sobre o que ele realmente significa? Não se preocupe! Neste post, vamos explicar de maneira fácil e objetiva o que é substantivo, com exemplos que ajudam a fixar o conteúdo.


O que é Substantivo?

O substantivo é uma classe gramatical fundamental na língua portuguesa. Ele é a palavra que serve para nomear seres, coisas, lugares, sentimentos, ideias, entre outros.

Ou seja, tudo aquilo que podemos dar nome é um substantivo!


Exemplos de Substantivos

  • Seres: homem, mulher, cachorro, criança
  • Coisas: mesa, livro, carro, casa
  • Lugares: escola, cidade, parque, Brasil
  • Sentimentos: amor, medo, alegria, tristeza
  • Ideias: liberdade, justiça, beleza, paz

Tipos de Substantivos

Os substantivos podem ser classificados em diferentes tipos:

  • Substantivo comum: nomeia seres em geral (ex: livro, cidade, pessoa)
  • Substantivo próprio: nomeia seres específicos, sempre com inicial maiúscula (ex: João, Brasil, São Paulo)
  • Substantivo concreto: nomeia seres que existem por si mesmos (ex: árvore, computador)
  • Substantivo abstrato: nomeia sentimentos, qualidades ou ideias (ex: coragem, beleza, tristeza)

Como identificar um substantivo?

Para identificar um substantivo em uma frase, pergunte-se: “Quem?” ou “O quê?” está sendo falado?

Por exemplo:

  • O cachorro latiu. (Quem latiu? O cachorro – substantivo)
  • Eu li um livro interessante. (O quê eu li? Um livro – substantivo)

Por que aprender sobre substantivo é importante?

Saber reconhecer e usar corretamente os substantivos ajuda a construir frases claras e bem organizadas, essenciais para uma boa comunicação, seja na fala ou na escrita. Além disso, o substantivo é a base para outras classes gramaticais, como o adjetivo, que serve para qualificá-lo.

Atividades: Substantivo


1.

Assinale a alternativa em que o termo destacado não é um substantivo:

A) A liberdade é um direito fundamental.
B) A criança mostrou muita alegria no parque.
C) Vamos correr para a escola.
D) O amor supera todas as dificuldades.


2.

Em “O Brasil é um país grande”, o termo “Brasil” é:

A) Substantivo comum
B) Substantivo próprio
C) Substantivo concreto
D) Substantivo abstrato


3.

Assinale a alternativa que apresenta apenas substantivos abstratos:

A) Felicidade, cidade, liberdade
B) Coragem, tristeza, justiça
C) Homem, justiça, árvore
D) Alegria, carro, beleza


4.

Qual das frases abaixo apresenta um substantivo comum coletivo?

A) A floresta é habitada por muitos animais.
B) O cardume de peixes nadava perto da praia.
C) João comprou um carro novo.
D) A coragem é essencial para vencer desafios.


5.

Em “A beleza das flores encanta a todos”, o termo “beleza” é:

A) Substantivo concreto
B) Substantivo comum
C) Substantivo abstrato
D) Substantivo próprio


6.

Assinale a frase em que o substantivo está empregado como núcleo do sujeito:

A) A leitura diária melhora a escrita.
B) O professor explicou a lição.
C) O aluno entregou o trabalho.
D) Eles viajaram ontem.


7.

Em “A justiça tarda, mas não falha”, o substantivo “justiça” é:

A) Substantivo próprio
B) Substantivo comum concreto
C) Substantivo comum abstrato
D) Substantivo coletivo


8.

Qual a classificação correta para o substantivo “floresta” na frase “A floresta abriga muitas espécies”?

A) Substantivo próprio
B) Substantivo coletivo
C) Substantivo comum concreto
D) Substantivo abstrato


9.

Em “A multidão saiu às ruas”, o termo “multidão” é:

A) Substantivo comum coletivo
B) Substantivo próprio
C) Substantivo abstrato
D) Substantivo comum simples


10.

Assinale a alternativa em que o termo destacado não é um substantivo:

A) A criança brincava feliz no parque.
B) A esperança é a última que morre.
C) Comprei uma casa nova.
D) Correu rapidamente para o ônibus.


Gabarito com explicações


  1. C — “Correr” é verbo, não substantivo.
  2. B — “Brasil” é um substantivo próprio, nome específico de país.
  3. B — Felicidade, coragem, tristeza, justiça são substantivos abstratos.
  4. B — “Cardume” é coletivo para peixes.
  5. C — “Beleza” é um substantivo abstrato (qualidade).
  6. A — “Leitura” é o núcleo do sujeito.
  7. C — “Justiça” é substantivo comum abstrato (ideia/valor).
  8. C — “Floresta” é substantivo comum concreto (ser com existência própria).
  9. A — “Multidão” é substantivo coletivo.
  10. D — “Correu” é verbo, não substantivo.

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Guia Definitivo: Adjunto Adnominal vs. Complemento Nominal – Desvende a Diferença de Vez! https://portuguesando.com.br/guia-definitivo-adjunto-adnominal-vs-complemento-nominal-desvende-a-diferenca-de-vez/ Sat, 14 Jun 2025 16:42:23 +0000 https://portuguesando.com.br/?p=755 Se existe um par de termos na análise sintática da língua portuguesa capaz de provocar calafrios e nós na cabeça de estudantes (e até de falantes experientes!), esse par é, sem sombra de dúvida, Adjunto Adnominal e Complemento Nominal. A semelhança, especialmente quando ambos surgem introduzidos por preposição e ligados a um substantivo, pode transformá-los em verdadeiros “irmãos siameses” da gramática, gerando aquela insegurança clássica em provas de concursos, vestibulares, na hora da redação e até mesmo durante a revisão cuidadosa de um texto. Mas respire fundo! Embora a confusão seja comum, existem critérios lógicos e bastante claros para diferenciar essas duas funções sintáticas, que são peças fundamentais na engrenagem do nosso idioma. Neste guia definitivo do Portuguesando, vamos mergulhar fundo nesse desafio gramatical, desmistificar as regras com uma linguagem acessível, apresentar dicas práticas testadas e aprovadas, e fornecer uma avalanche de exemplos para que você nunca mais caia nas armadilhas dessa dupla. Prepare-se para internalizar a diferença entre adjunto adnominal e complemento nominal e dar um upgrade definitivo no seu domínio do português!

Entendendo os Papéis na Orquestra da Frase: O Que Faz Cada Um?

Antes de colocá-los lado a lado para a comparação final, é absolutamente crucial entender a função específica que cada um desses termos desempenha dentro da estrutura da oração. Compreender o propósito individual é o primeiro passo para diferenciá-los.

Adjunto Adnominal: O Caracterizador Versátil

Pense no adjunto adnominal como um “acompanhante” fiel do nome (substantivo). Sua missão principal é caracterizar, especificar, delimitar, quantificar ou qualificar um substantivo, não importa se este é concreto ou abstrato. Ele se agrega ao substantivo para adicionar uma informação extra, como uma qualidade distintiva, uma relação de posse, a matéria de que algo é feito, sua origem, ou simplesmente para determiná-lo ou indeterminá-lo. Por ser considerado um termo acessório na estrutura sintática, sua remoção, na grande maioria dos casos, não invalida gramaticalmente a frase, embora possa, sim, empobrecer seu significado ou deixá-la mais genérica. O adjunto adnominal é versátil em sua forma, podendo ser expresso por:

  • Artigos:O livro, uma ideia.
  • Adjetivos: Livro interessante, ideia brilhante.
  • Locuções Adjetivas: Livro de aventura, ideia sem pé nem cabeça.
  • Numerais:Dois livros, primeira ideia.
  • Pronomes Adjetivos:Meu livro, aquela ideia.
  • Orações Subordinadas Adjetivas: O livro que li, a ideia que surgiu.O ponto crucial que gera a confusão com o complemento nominal ocorre especificamente com as locuções adjetivas preposicionadas (preposição + substantivo/palavra substantivada), como em casade campo ou amorde irmão.

Complemento Nominal: O Integrante Essencial

Como a própria nomenclatura sugere de forma bastante direta, a função primordial do complemento nominal é completar o sentido de um nome que, isoladamente, deixaria uma sensação de incompletude, uma “lacuna” semântica na frase. Diferentemente do adjunto adnominal, ele não é um simples acessório que pode ser retirado sem grandes prejuízos; o complemento nominal é um termo integrante, ou seja, essencial para a plena compreensão da ideia expressa pelo nome ao qual se vincula. Guarde esta informação crucial: o complemento nominal sempre vem introduzido por preposição e sua função é completar o sentido não apenas de substantivos abstratos, mas também de adjetivos e de advérbios que transitivamente pedem essa complementação para terem seu significado pleno.

  • Exemplos de Complemento Nominal:
  • Temos necessidade de mais informações . (Completa o sentido do substantivo abstrato “necessidade”. Necessidade de quê?)
  • Ele estava consciente de suas responsabilidades . (Completa o sentido do adjetivo “consciente”. Consciente de quê?)
  • Agimos independentemente das críticas . (Completa o sentido do advérbio “independentemente”. Independentemente de quê?)

O X da Questão: Estratégias Infalíveis para Diferenciar os Preposicionados

A grande batalha da análise sintática acontece quando nos deparamos com a estrutura “substantivo + preposição + substantivo“, pois ela pode abrigar tanto um adjunto adnominal quanto um complemento nominal. É neste exato momento que precisamos lançar mão de critérios distintivos claros e eficazes.

Estratégia 1: Analise o Termo Regente (A Quem Ele se Liga?)

  • Adjunto Adnominal (preposicionado): Liga-se exclusivamente a substantivos, sejam eles concretos ou abstratos.
  • Complemento Nominal: Pode ligar-se a substantivos abstratos, a adjetivos ou a advérbios.Dica de Ouro: Se o termo preposicionado estiver completando o sentido de um adjetivo (Ex: Ele é lealaos amigos) ou de um advérbio (Ex: Morei pertoda praia), pode cravar sem medo: é Complemento Nominal. A dúvida real só persiste quando o termo regido é um substantivo abstrato.

Estratégia 2: Verifique a Natureza do Substantivo Regente

Quando o termo preposicionado está ligado a um substantivo, a natureza desse substantivo é uma pista valiosa:

  • Adjunto Adnominal: Pode acompanhar tanto substantivos concretos (Ex: mesade mármore, cheirode terra) quanto abstratos (Ex: medode altura, forçade vontade).
  • Complemento Nominal: Liga-se apenas a substantivos abstratos, especialmente aqueles que derivam de verbos (indicando ação, como construção, leitura, ataque) ou de adjetivos (indicando estado ou qualidade, como necessidade, beleza, dificuldade).Dica Prática: Se o termo preposicionado estiver ligado a um substantivo concreto, ele sempre será classificado como Adjunto Adnominal.

Estratégia 3: O Poder da Semântica (Agente vs. Paciente) – A Chave Mestra!

Este é, frequentemente, o critério mais decisivo e elegante para resolver a ambiguidade com substantivos abstratos. Analise a relação de sentido (semântica) entre o termo preposicionado e o substantivo abstrato que ele acompanha:

  • Adjunto Adnominal: Na maioria dos casos ambíguos, o adjunto adnominal preposicionado tem valor AGENTE. Ele indica quem pratica a ação expressa pelo substantivo abstrato. Também pode indicar posse, origem, matéria, finalidade, etc.
  • Complemento Nominal: Tem valor PACIENTE. Ele indica quem ou o que recebe a ação expressa pelo substantivo abstrato, ou é o alvo/referência do sentimento, estado ou qualidade indicada pelo nome.Vamos desvendar com exemplos claros:
    1. A respostado candidatosurpreendeu a banca.
      • Quem respondeu? O candidato. O candidato pratica a ação de responder (agente).
      • Portanto, “do candidato” é Adjunto Adnominal.
    2. A resposta à pergunta foi incompleta.
      • O que foi respondido? A pergunta. A pergunta recebe a ação de ser respondida (paciente).
      • Portanto, “à pergunta” é Complemento Nominal.
    3. A invenção do rádio revolucionou a comunicação.
      • O que foi inventado? O rádio. O rádio é paciente da ação de inventar.
      • Portanto, “do rádio” é Complemento Nominal.
    4. A invenção de Santos Dumont foi genial.
      • Quem inventou? Santos Dumont. Ele é o agente da invenção.
      • Portanto, “de Santos Dumont” é Adjunto Adnominal.
    5. Temos confiança no futuro.
      • O futuro é o alvo da confiança.
      • Portanto, “no futuro” é Complemento Nominal.
    6. O barulho da rua me incomoda.
      • Indica a origem do barulho (valor locativo associado).
      • Portanto, “da rua” é Adjunto Adnominal.

Estratégia 4: O Teste da Transformação (Verbo/Adjetivo)

Uma técnica adicional bastante útil é tentar “desfazer” a nominalização, transformando o substantivo abstrato em um verbo ou adjetivo correspondente, e observar qual função sintática o termo preposicionado assumiria na nova estrutura frasal:

  • Se o termo se tornar sujeito da ação verbal ou um adjunto adverbial, a tendência é que ele seja Adjunto Adnominal na estrutura nominal original.
  • Se o termo se tornar objeto (direto ou indireto) do verbo ou complemento do adjetivo, a tendência é que ele seja Complemento Nominal na estrutura nominal original.Exemplificando a transformação:
    • A leitura do menino é fluente. -> O menino lê fluentemente. (“O menino” = sujeito) -> “do menino” é Adjunto Adnominal.
    • A leitura do livro é obrigatória. -> Ler o livro é obrigatório. (“o livro” = objeto direto) -> “do livro” é Complemento Nominal.
    • Tenho medo de escuro . -> Temo o escuro. (“o escuro” = objeto direto) -> “de escuro” é Complemento Nominal.
    • Ele é capaz de tudo . -> (Já está com adjetivo) -> “de tudo” é Complemento Nominal.

Quadro Comparativo Definitivo: As Diferenças Essenciais

Para facilitar a visualização e a memorização, aqui está um resumo das diferenças cruciais:

Característica EssencialAdjunto Adnominal (Preposicionado)Complemento Nominal
Função PrincipalCaracterizar, especificar (Termo Acessório)Completar o sentido (Termo Integrante/Essencial)
Termo RegenteSubstantivo (Concreto ou Abstrato)Substantivo Abstrato, Adjetivo, Advérbio
PreposiçãoPode ter (como locução adjetiva)Obrigatória
Valor SemânticoGeralmente Agente (ou Posse, Origem, Matéria)Geralmente Paciente (Alvo, Referência)
Teste TransformaçãoVira Sujeito, Adj. AdverbialVira Objeto (Direto/Indireto), Compl. de Adjetivo

Conclusão: Análise, Contexto e Prática Constante!

Dominar a distinção entre adjunto adnominal e complemento nominal não é um bicho de sete cabeças, mas exige, sim, uma análise sintática atenta, focada no contexto e na relação semântica que os termos estabelecem entre si. Fuja da simples memorização de regras isoladas e busque compreender a lógica funcional por trás de cada classificação. A aplicação combinada dos critérios – especialmente a análise do termo regente e o valor agente/paciente – oferece um caminho seguro e eficaz para desvendar a maioria dos casos.

Lembre-se sempre: a gramática normativa e a análise sintática são ferramentas para compreender como a língua se estrutura para produzir sentido. Quanto mais você praticar, ler textos diversos com olhar analítico e aplicar essas estratégias, mais natural e intuitiva se tornará a identificação correta dessas funções. A confiança para classificar adjuntos adnominais e complementos nominais não só aprimorará sua compreensão da língua portuguesa, mas também refinará sua própria capacidade de escrita.

E então, este guia clareou suas ideias? Qual critério de diferenciação você achou mais útil? Ainda ficou com alguma dúvida em uma frase específica? Compartilhe suas impressões e perguntas nos comentários! Vamos continuar “portuguesando” e desvendando juntos os fascinantes mecanismos do nosso idioma!

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Gramática Descomplicada https://portuguesando.com.br/gramatica-descomplicada/ Thu, 22 May 2025 16:47:32 +0000 https://portuguesando.com.br/?p=810 Pronomes que confundem: onde usar ‘mim’ ou ‘eu’?

Por que ‘há’ e ‘a’ confundem tanto? Veja quando usar cada um!

A Língua Portuguesa está cheia de pequenos detalhes que causam grandes dúvidas. Dois dos casos mais comuns são o uso dos pronomes “mim” e “eu” e a confusão entre “há” e “a” na indicação de tempo. Mas com uma explicação clara, tudo fica mais fácil!


🤔 Mim ou Eu?

Esses dois pronomes aparecem o tempo todo — mas nem sempre da forma correta. A regra é simples:

✅ Use “eu” quando o pronome for sujeito da ação (quem faz algo):

Eu vou à escola.
Eu terminei o trabalho ontem.

❌ Nunca diga: “Mim vai à escola.” (porque “mim” não faz nada)


✅ Use “mim” quando o pronome for objeto da ação (quem recebe algo):

Ele trouxe um presente para mim.
Eles falaram de mim na reunião.

❌ Nunca diga: “Entre eu e você.”

➡ O certo é: “Entre mim e você.”
(Mesmo sendo estranho aos ouvidos, está correto, pois depois da preposição “entre”, usamos o pronome oblíquo: mim.)


⏳ Há ou A?

Ambos indicam tempo, mas com sentidos diferentes.

✅ Use “há” (do verbo haver) quando puder substituir por “faz”:

dois anos, terminei a faculdade.
(Faz dois anos…)

muito tempo não te vejo.
(Faz muito tempo…)


✅ Use “a” (preposição) quando se referir a tempo futuro ou distância:

Daqui a duas semanas viajarei.
Estamos a cinco quilômetros do centro.

❌ Nunca diga: “Daqui há duas horas”.

➡ O certo é: “Daqui a duas horas”.


📝 Atividades de Fixação

✅ 1. Complete com “mim” ou “eu”:

a) Entre ___ e você, há muita diferença.
b) Quem vai apresentar o trabalho sou ___.
c) Trouxeram um presente para ___.
d) ___ não concordo com essa decisão.
e) Ela falou mal de ___ pelas costas.


✅ 2. Complete com “há” ou “a”:

a) Estamos esperando você ___ mais de uma hora.
b) Chegaremos daqui ___ 15 minutos.
c) Moro aqui ___ cinco anos.
d) A prova acontecerá daqui ___ três dias.
e) ___ quanto tempo você não vê seu tio?


✅ 3. Assinale a alternativa correta:

( ) Entre eu e você, não há segredos.
( ) Há muitos dias que não chove.
( ) Vou te visitar à dois meses.
( ) Ele pediu para eu entregar a carta.
( ) Mim gosta muito de sorvete.


✅ 4. Transforme as frases com erro, corrigindo-as:

a) Mim vai ao mercado.
b) Entre eu e você, tudo acabou.
c) Daqui há pouco, tudo estará pronto.
d) Há três dias atrás encontrei minha amiga.
e) Trouxeram presentes para eu.


✅ 5. Substitua o tempo verbal, ajustando “há” ou “a”:

a) Faz dois anos que terminei o curso.
b) Estarei de volta em três horas.
c) Faz muito frio por aqui ultimamente.
d) Chego aí em dez minutos.
e) Faz um bom tempo que não assisto TV.


✔ Gabarito Comentado

1.

a) mim (depois de preposição)
b) eu (sujeito da ação)
c) mim (objeto)
d) eu (sujeito)
e) mim (depois da preposição “de”)


2.

a) (substitui “faz”)
b) a (tempo futuro)
c) (tempo passado)
d) a (tempo futuro)
e) (tempo decorrido)


3.

Corretas:

  • (✔) Há muitos dias que não chove.
  • (✔) Ele pediu para eu entregar a carta.

Erradas:

  • “Entre eu e você” → Entre mim e você
  • “à dois meses” → há dois meses
  • “Mim gosta” → o certo é Eu gosto

4.

a) Eu vou ao mercado.
b) Entre mim e você, tudo acabou.
c) Daqui a pouco, tudo estará pronto.
d) Há três dias encontrei minha amiga.
e) Trouxeram presentes para mim.


5.

a) Há dois anos que terminei o curso.
b) Estarei de volta daqui a três horas.
c) Há muito frio por aqui ultimamente.
d) Chego aí daqui a dez minutos.
e) Há um bom tempo que não assisto TV.

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A Chave para o Amanhã: Uma Crônica Sobre Estudos e o Futuro Profissional https://portuguesando.com.br/a-chave-para-o-amanha-uma-cronica-sobre-estudos-e-o-futuro-profissional/ Sun, 18 May 2025 10:30:00 +0000 https://portuguesando.com.br/?p=791 O sinal estridente da escola ecoou pelos corredores, anunciando o fim de mais um dia de aulas. Para Lucas, um adolescente do segundo ano do ensino médio, com seus fones de ouvido quase sempre presentes e os olhos frequentemente grudados na tela do celular, aquele som era a libertação para o que realmente importava: o universo dos jogos online e as infinitas rolagens nas redes sociais. A palavra “futuro” soava como um eco distante, uma preocupação para os “adultos”, não para ele, que ainda tinha tantas fases para passar em seu jogo favorito. As aulas? Ah, as aulas… Eram como longas cenas de um filme que ele era obrigado a assistir, com alguns momentos de interesse, mas, na maioria das vezes, uma contagem regressiva para a liberdade.

Matemática parecia um emaranhado de números e símbolos sem sentido prático. História, uma coleção de datas e nomes que mais pareciam um teste de memória do que uma lição de vida. Português até que ia, mas as análises sintáticas eram um mistério que ele preferia não desvendar. “Para que serve tudo isso?”, resmungava para si mesmo, enquanto guardava o material na mochila de qualquer jeito. A pressão dos pais, os discursos dos professores sobre o ENEM e a escolha da profissão formavam um ruído de fundo em sua vida, uma melodia que ele tentava abafar com o volume máximo de suas músicas preferidas.

Certo dia, a escola promoveu uma feira de profissões. Lucas, inicialmente, planejava apenas pegar alguns brindes e escapar para o pátio, mas algo o deteve. Viu um estande de desenvolvimento de games, sua grande paixão. Lá, um jovem programador, não muito mais velho que ele, explicava com entusiasmo como a lógica matemática era a base para criar as mecânicas dos jogos, como a física era essencial para simular movimentos realistas e como uma boa narrativa, aprendida nas aulas de português e literatura, tornava um jogo inesquecível. Pela primeira vez, Lucas vislumbrou uma conexão entre aquelas matérias “chatas” e algo que ele amava.

Intrigado, começou a prestar mais atenção nas aulas. Descobriu que a professora de história não falava apenas de reis mortos, mas de como as sociedades evoluíram, cometeram erros e acertos, lições valiosas para entender o mundo atual e, quem sabe, o mercado de trabalho. Percebeu que o professor de química, ao explicar as reações, estava, na verdade, desvendando os segredos da matéria que compõe tudo ao nosso redor, inclusive a tecnologia dos seus consoles. Até a temida matemática começou a fazer mais sentido quando ele a aplicou em pequenos projetos de programação que começou a desenvolver por conta própria, inspirado pela feira.

Não foi uma transformação da noite para o dia. Houve dias de frustração, de vontade de desistir e voltar para a zona de conforto dos jogos. Mas a semente da curiosidade havia sido plantada. Ele começou a participar mais, a perguntar, a pesquisar além do que era ensinado. Descobriu que o conhecimento não era um fardo, mas uma ferramenta poderosa, capaz de abrir portas que ele nem imaginava que existiam. Viu colegas que, assim como ele antes, encaravam os estudos como uma obrigação, mas também viu outros que, com dedicação, já traçavam planos ambiciosos para o futuro, buscando estágios, cursos complementares e se preparando para os vestibulares com afinco.

Lucas entendeu, finalmente, que o estudo não era um obstáculo para a diversão ou um fardo inútil. Era a chave. A chave que destrancava portas para futuros que ele nem sonhava, que o capacitava a transformar sua paixão por games, ou qualquer outra que viesse a ter, em uma profissão real e gratificante. O “para que serve tudo isso?” deu lugar a um “como posso usar isso ao meu favor?”.

O futuro profissional, antes uma névoa distante, começou a ganhar contornos mais nítidos. Não era sobre ter todas as respostas imediatamente, mas sobre estar preparado para buscá-las. E a preparação começava ali, naquelas salas de aula, com aqueles professores e aquelas matérias que, agora, pareciam peças de um grande quebra-cabeça que ele estava ansioso para montar. O estudo não era apenas sobre passar de ano ou conseguir um diploma; era sobre construir a si mesmo, tijolo por tijolo, conhecimento por conhecimento, para edificar o profissional que ele queria ser. E essa construção, ele percebeu, era a aventura mais emocionante de todas, com fases desafiadoras, mas com recompensas que nenhum jogo online poderia oferecer: a realização de seus próprios sonhos.

Parte I: Questões de Múltipla Escolha

Instruções: Leia atentamente cada questão e assinale a alternativa correta.

1. Qual era a principal atividade de Lucas fora da escola no início da crônica? a) Praticar esportes com os amigos. b) Dedicar-se a cursos de idiomas. c) Jogar online e usar redes sociais. d) Ajudar seus pais em tarefas domésticas. e) Ler livros de aventura.

2. Como Lucas inicialmente percebia as aulas e os estudos? a) Como uma oportunidade de aprender coisas novas e interessantes. b) Como um fardo e uma obrigação, contando os minutos para a liberdade. c) Como um desafio estimulante para seu intelecto. d) Como um momento de socialização com os colegas. e) Como algo fácil e que não exigia muito esforço.

3. Qual evento na escola começou a mudar a perspectiva de Lucas sobre os estudos? a) Uma palestra sobre a importância do ENEM. b) Uma conversa séria com seus pais sobre o futuro. c) A feira de profissões, especialmente o estande de desenvolvimento de games. d) Um projeto em grupo sobre história antiga. e) A chegada de um novo professor de matemática.

4. No estande de desenvolvimento de games, o que o jovem programador explicou que surpreendeu Lucas? a) Que para ser programador não era necessário estudar muito. b) Que a matemática, a física e a narrativa eram fundamentais para criar jogos. c) Que o mercado de games estava saturado e era difícil conseguir emprego. d) Que os melhores jogos eram criados por pessoas que não gostavam da escola. e) Que apenas o conhecimento de inglês era suficiente para desenvolver games.

5. Após a feira de profissões, qual foi uma das primeiras matérias que Lucas começou a ver com outros olhos? a) Educação Física, pois percebeu a importância da saúde. b) Artes, pois descobriu um talento para o desenho. c) Química, ao entender sua relação com a tecnologia. d) Geografia, ao se interessar por diferentes culturas. e) Filosofia, ao questionar o sentido da vida.

6. A transformação de Lucas em relação aos estudos aconteceu: a) Instantaneamente, após a visita à feira de profissões. b) De forma gradual, com momentos de dúvida e persistência. c) Apenas por pressão dos pais e professores. d) Somente quando ele começou a tirar notas boas. e) Depois que ele decidiu qual faculdade queria cursar.

7. O que Lucas descobriu sobre o conhecimento ao começar a se dedicar mais aos estudos? a) Que era algo muito difícil e acessível para poucos. b) Que era um fardo necessário para conseguir um bom emprego. c) Que era uma ferramenta poderosa, capaz de abrir portas para o futuro. d) Que era menos importante do que ter bons contatos. e) Que a maior parte do que se aprendia na escola não tinha utilidade prática.

8. Qual foi a principal mudança na pergunta que Lucas fazia a si mesmo sobre os estudos? a) De “Isso é muito chato?” para “Isso é divertido?”. b) De “Preciso mesmo estudar isso?” para “Meus amigos estão estudando isso?”. c) De “Para que serve tudo isso?” para “Como posso usar isso ao meu favor?”. d) De “Vou conseguir passar de ano?” para “Vou tirar a maior nota?”. e) De “Quando essa aula vai acabar?” para “O que vou aprender hoje?”.

9. Segundo a crônica, o estudo é fundamental principalmente para: a) Apenas passar no vestibular e entrar na faculdade. b) Construir a si mesmo e edificar o profissional que se deseja ser. c) Acumular diplomas e certificados. d) Agradar aos pais e à sociedade. e) Ter um assunto para conversar com as pessoas.

10. A “chave” mencionada no título e no final da crônica simboliza: a) A chave da escola que Lucas queria pegar para sair mais cedo. b) A chave para desbloquear novas fases em seus jogos online. c) O estudo, como meio para alcançar um futuro profissional gratificante. d) O segredo para ficar rico rapidamente sem muito esforço. e) A amizade com colegas que o ajudavam a entender as matérias.

Parte II: Questões Abertas

Instruções: Leia atentamente cada questão e responda de forma clara e completa, utilizando informações da crônica para embasar suas respostas.

11. Descreva a rotina e os interesses de Lucas antes da feira de profissões. Como ele via a escola nesse período?

12. Explique qual foi o impacto da feira de profissões na vida de Lucas. Qual descoberta específica o fez começar a mudar sua atitude em relação aos estudos?

13. A crônica menciona que Lucas começou a ver conexões entre as matérias escolares e seus interesses, como o desenvolvimento de games. Cite um exemplo dessa conexão mencionada no texto e explique sua importância.

14. A transformação de Lucas foi imediata ou gradual? Justifique sua resposta com base em informações do texto.

15. Além de Lucas, a crônica menciona outros tipos de estudantes. Quais são eles e como suas atitudes em relação aos estudos se comparam com a de Lucas antes e depois de sua mudança?

16. Qual era a pergunta que Lucas costumava fazer sobre os estudos e como essa pergunta mudou após sua transformação? O que essa mudança de perspectiva revela sobre sua nova compreensão do conhecimento?

17. A crônica afirma que “o estudo não era apenas sobre passar de ano ou conseguir um diploma; era sobre construir a si mesmo”. O que essa frase significa no contexto da história de Lucas?

18. Em sua opinião, qual é a principal mensagem que a crônica “A Chave para o Amanhã” tenta transmitir aos estudantes do ensino médio? Justifique.

19. Você se identifica com alguma parte da trajetória de Lucas? Se sim, qual e por quê? Se não, explique como sua experiência com os estudos difere da dele.

20. Se você pudesse dar um conselho a Lucas no início da crônica, qual seria? E que conselho você daria a um colega que hoje se sente como Lucas se sentia antes da feira de profissões?

Gabarito da Atividade: A Chave para o Amanhã

Parte I: Questões de Múltipla Escolha

  1. c) Jogar online e usar redes sociais.
  2. b) Como um fardo e uma obrigação, contando os minutos para a liberdade.
  3. c) A feira de profissões, especialmente o estande de desenvolvimento de games.
  4. b) Que a matemática, a física e a narrativa eram fundamentais para criar jogos.
  5. c) Química, ao entender sua relação com a tecnologia. (Nota: A crônica também menciona História e Matemática, mas a Química é citada com o exemplo da tecnologia dos consoles, o que demonstra uma nova perspectiva sobre a matéria em si).
  6. b) De forma gradual, com momentos de dúvida e persistência.
  7. c) Que era uma ferramenta poderosa, capaz de abrir portas para o futuro.
  8. c) De “Para que serve tudo isso?” para “Como posso usar isso ao meu favor?”.
  9. b) Construir a si mesmo e edificar o profissional que se deseja ser.
  10. c) O estudo, como meio para alcançar um futuro profissional gratificante.

Parte II: Questões Abertas (Sugestões de Respostas Esperadas)

11. Descreva a rotina e os interesses de Lucas antes da feira de profissões. Como ele via a escola nesse período?Resposta Esperada: Antes da feira, Lucas passava o tempo com fones de ouvido, celular, jogos online e redes sociais. Ele via a escola como uma obrigação, um fardo, e as aulas como algo chato do qual queria se livrar o mais rápido possível, sem ver sentido prático no que aprendia.

12. Explique qual foi o impacto da feira de profissões na vida de Lucas. Qual descoberta específica o fez começar a mudar sua atitude em relação aos estudos?Resposta Esperada: A feira de profissões teve um grande impacto, pois foi lá que Lucas viu uma conexão entre seus interesses (games) e o conteúdo escolar. A descoberta específica foi ao ouvir um jovem programador explicar como a lógica matemática, a física e a narrativa (Português/Literatura) eram essenciais para criar jogos.

13. A crônica menciona que Lucas começou a ver conexões entre as matérias escolares e seus interesses, como o desenvolvimento de games. Cite um exemplo dessa conexão mencionada no texto e explique sua importância.Resposta Esperada: Um exemplo é a conexão entre a matemática e a lógica de programação para criar mecânicas de jogos, ou a física para simular movimentos realistas. A importância é que Lucas percebeu a aplicabilidade prática do que aprendia, motivando-o a se interessar mais pelas aulas.

14. A transformação de Lucas foi imediata ou gradual? Justifique sua resposta com base em informações do texto.Resposta Esperada: A transformação foi gradual. O texto diz: “Não foi uma transformação da noite para o dia. Houve dias de frustração, de vontade de desistir e voltar para a zona de conforto dos jogos. Mas a semente da curiosidade havia sido plantada.”

15. Além de Lucas, a crônica menciona outros tipos de estudantes. Quais são eles e como suas atitudes em relação aos estudos se comparam com a de Lucas antes e depois de sua mudança?Resposta Esperada: A crônica menciona colegas que continuavam encarando os estudos como uma obrigação (semelhante a Lucas antes) e outros que, com dedicação, já traçavam planos ambiciosos, buscando estágios e se preparando para vestibulares (semelhante a Lucas depois de sua mudança, ou até mais adiantados).

16. Qual era a pergunta que Lucas costumava fazer sobre os estudos e como essa pergunta mudou após sua transformação? O que essa mudança de perspectiva revela sobre sua nova compreensão do conhecimento?Resposta Esperada: Antes, Lucas perguntava “Para que serve tudo isso?”. Depois, passou a perguntar “Como posso usar isso ao meu favor?”. Essa mudança revela que ele deixou de ver o estudo como algo imposto e inútil e passou a enxergá-lo como uma ferramenta valiosa e aplicável para seus objetivos e futuro.

17. A crônica afirma que “o estudo não era apenas sobre passar de ano ou conseguir um diploma; era sobre construir a si mesmo”. O que essa frase significa no contexto da história de Lucas?Resposta Esperada: Significa que o valor do estudo vai além das conquistas formais (notas, diploma). Para Lucas, passou a ser um processo de desenvolvimento pessoal, de adquirir conhecimentos e habilidades que o moldariam como indivíduo e como o profissional que ele desejava ser, capacitando-o a realizar seus sonhos.

18. Em sua opinião, qual é a principal mensagem que a crônica “A Chave para o Amanhã” tenta transmitir aos estudantes do ensino médio? Justifique.Resposta Esperada: (Resposta pessoal, mas deve girar em torno da importância de encontrar sentido e relevância nos estudos, conectando-os com interesses pessoais e objetivos futuros. A mensagem é que o estudo é uma ferramenta poderosa para o desenvolvimento pessoal e profissional, abrindo portas e possibilitando a realização de sonhos.) A justificativa deve se basear em elementos da crônica.

19. Você se identifica com alguma parte da trajetória de Lucas? Se sim, qual e por quê? Se não, explique como sua experiência com os estudos difere da dele.Resposta Esperada: (Resposta pessoal. O aluno pode se identificar com a fase de desinteresse de Lucas, com o momento da descoberta, ou com a dedicação posterior. Se não houver identificação, deve explicar as diferenças em sua própria trajetória escolar.)

20. Se você pudesse dar um conselho a Lucas no início da crônica, qual seria? E que conselho você daria a um colega que hoje se sente como Lucas se sentia antes da feira de profissões?Resposta Esperada: (Resposta pessoal. O conselho para Lucas poderia ser para tentar encontrar conexões entre o que aprende e o que gosta, ou para ser mais curioso. O conselho para um colega poderia ser similar, incentivando-o a explorar diferentes áreas, conversar com profissionais e buscar entender a aplicação do conhecimento.)

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Verbo haver: singular ou plural? Esclareça de vez essa dúvida https://portuguesando.com.br/verbo-haver-singular-ou-plural-esclareca-de-vez-essa-duvida/ Thu, 15 May 2025 10:30:00 +0000 https://portuguesando.com.br/?p=778 O uso do verbo haver gera dúvidas até mesmo entre os falantes mais experientes da língua portuguesa. Afinal, devemos usar esse verbo no singular ou no plural? A resposta depende do contexto — e é isso que vamos esclarecer neste artigo.


Quando o verbo “haver” é impessoal

O verbo haver é impessoal quando tem o sentido de existir, acontecer ou ocorrer. Nesse caso, não vai para o plural, mesmo que se refira a mais de uma coisa.

Exemplos corretos:

  • Houve muitos acidentes na estrada. (e não houveram)
  • Há pessoas esperando lá fora. (e não hão)
  • Havia muitas dúvidas naquela época.

Dica: quando “haver” = “existir”, ele não tem sujeito e, por isso, fica no singular.


Quando o verbo “haver” é pessoal

O verbo haver é pessoal quando tem o sentido de ter, possuir (em relação a tempo ou obrigação), ou é utilizado em locuções verbais com verbos auxiliares.

Exemplos:

  • Eles haviam estudado antes da prova. (verbo auxiliar + particípio)
  • Havíamos combinado de nos encontrar às oito.

Nesse caso, o verbo se flexiona normalmente, de acordo com o sujeito da oração.


Erros comuns com o verbo “haver”

🚫 Houveram muitos protestos na cidade. ❌
✅ Correto: Houve muitos protestos na cidade.

🚫 Hão muitas maneiras de resolver o problema. ❌
✅ Correto: Há muitas maneiras de resolver o problema.


Atividades

1. Complete as frases abaixo com a forma correta do verbo haver:

a) _______ pessoas interessadas na vaga.
b) _______ muitos comentários sobre o assunto.
c) Nós já _______ falado sobre isso antes.
d) Eles _______ prometido comparecer.
e) _______ uma reunião importante ontem.

2. Julgue as afirmativas como verdadeiras (V) ou falsas (F):

( ) O verbo “haver”, com sentido de existir, deve ser flexionado no plural.
( ) “Haverá novidades em breve” está gramaticalmente correto.
( ) Em “Eles haviam estudado”, o verbo está no sentido auxiliar e deve ser flexionado.
( ) “Houveram problemas na empresa” é uma construção correta.


Gabarito comentado

1.

a) pessoas interessadas na vaga.
b) Houve muitos comentários sobre o assunto.
c) Nós já havíamos falado sobre isso antes.
d) Eles haviam prometido comparecer.
e) Houve uma reunião importante ontem.

2.

(F) O verbo “haver” com sentido de existir deve ficar no singular.
(V) “Haverá novidades em breve” está correto.
(V) “Eles haviam estudado” é correto pois o verbo “haver” está como auxiliar.
(F) “Houveram problemas” está incorreto; o correto é “Houve problemas”.


Conclusão

O verbo haver exige atenção especial por seu uso impessoal em muitos contextos. Saber quando mantê-lo no singular ou flexioná-lo no plural pode evitar erros gramaticais comuns. Ao dominá-lo, você melhora não só sua escrita, mas também sua compreensão das estruturas formais da língua portuguesa.

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Influência das línguas indígenas no vocabulário brasileiro https://portuguesando.com.br/influencia-das-linguas-indigenas-no-vocabulario-brasileiro/ Wed, 14 May 2025 10:30:00 +0000 https://portuguesando.com.br/?p=776 O português falado no Brasil é um verdadeiro mosaico linguístico. Entre as influências que moldaram o nosso vocabulário, destaca-se a contribuição das línguas indígenas, especialmente do tupi-guarani. Essas línguas deixaram marcas profundas na forma como nomeamos nossa fauna, flora, alimentos, locais e até fenômenos naturais.


Um pouco de história

Quando os portugueses chegaram ao Brasil em 1500, encontraram um território habitado por milhares de povos indígenas, com línguas e culturas diversas. Para facilitar a comunicação, os colonizadores passaram a aprender o tupi, uma das línguas mais faladas entre os nativos.

Com o tempo, muitas palavras indígenas foram incorporadas ao português do Brasil, formando um vocabulário que refletia a realidade local, com nomes de animais, plantas e elementos da natureza que os europeus não conheciam.


Palavras de origem indígena no cotidiano

Veja alguns exemplos de palavras de origem indígena que usamos até hoje:

  • Abacaxi – do tupi ibá cati (“fruta cheirosa”)
  • Pipoca – do tupi pipo’ka
  • Tatu – do tupi tatú
  • Capivara – do tupi kapii’gwara
  • Jacaré – do tupi îakaré
  • Tapioca – do tupi typy’óka
  • Itaim, Ipanema, Pindamonhangaba – nomes de lugares com raízes indígenas

Esses vocábulos não só enriqueceram a língua portuguesa no Brasil, mas também revelam muito sobre o nosso ambiente natural e cultural.


Curiosidades linguísticas

  • Muitas palavras indígenas possuem valor descritivo: Paraíba significa “rio ruim para navegação”; Ipanema, “água ruim”.
  • Os nomes de lugares terminados em -açu (grande), -mirim (pequeno), -guaçu (muito grande), vêm diretamente do tupi.

Atividades

1. Associe as palavras de origem indígena ao seu significado:

( ) Abacaxi ( ) Capivara ( ) Jacaré ( ) Pipoca ( ) Tapioca

a. Animal roedor que vive próximo a rios
b. Fruta tropical de casca espinhosa
c. Alimento feito da fécula da mandioca
d. Animal reptiliano típico de rios
e. Grão de milho estourado

2. Complete as frases com palavras de origem indígena:

a) No café da manhã, comi ________ com coco ralado.
b) No zoológico, vi uma ________ tomando banho no lago.
c) Na festa, servi suco e ________ doce.


Gabarito comentado

1.

  • Abacaxi – b. Fruta tropical de casca espinhosa
  • Capivara – a. Animal roedor que vive próximo a rios
  • Jacaré – d. Animal reptiliano típico de rios
  • Pipoca – e. Grão de milho estourado
  • Tapioca – c. Alimento feito da fécula da mandioca

2.

  • a) No café da manhã, comi tapioca com coco ralado.
  • b) No zoológico, vi uma capivara tomando banho no lago.
  • c) Na festa, servi suco e pipoca doce.

Conclusão

A influência das línguas indígenas no português brasileiro vai além de palavras exóticas: é uma ponte com a nossa história, nossa terra e nossos povos originários. Conhecer essa herança é também uma forma de valorizá-la e preservar a riqueza cultural que molda a identidade do Brasil.

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Coesão e coerência: como tornar seu texto mais claro e eficiente https://portuguesando.com.br/coesao-e-coerencia-como-tornar-seu-texto-mais-claro-e-eficiente/ Tue, 13 May 2025 10:34:00 +0000 https://portuguesando.com.br/?p=773

A escrita eficiente não depende apenas de boas ideias, mas da forma como essas ideias são organizadas. Dois elementos fundamentais para a qualidade de um texto são coesão e coerência. Quando essas duas características estão presentes, o leitor compreende facilmente o que se quer transmitir, sem ruídos ou ambiguidades.


O que é coerência?

Coerência refere-se à lógica e à clareza do conteúdo. Um texto coerente mantém o mesmo sentido do início ao fim, respeita o conhecimento do leitor e apresenta uma sequência lógica de informações.

🔎 Exemplo incoerente:

Fui ao supermercado comprar pão e flores, mas acabei comprando um carro novo.

🤔 O que há de estranho? A compra de um carro não tem relação com o início da frase. Isso quebra a coerência textual.

🔎 Exemplo coerente:

Fui ao supermercado comprar pão e flores, mas acabei comprando também frutas e legumes.


O que é coesão?

A coesão está relacionada ao uso de elementos linguísticos que conectam partes do texto, como conjunções, pronomes e advérbios, criando ligações entre frases e parágrafos.

🔎 Exemplo sem coesão:

O aluno foi mal na prova. O aluno não estudou.

🔗 Exemplo com coesão:

O aluno foi mal na prova porque não estudou.

Palavras como “porque”, “portanto”, “além disso” e “no entanto” são exemplos de conectores coesivos.


Dicas práticas para melhorar a coesão e coerência:

  1. Mantenha uma sequência lógica nas ideias.
  2. Use conectivos adequados entre frases e parágrafos.
  3. Evite repetições excessivas.
  4. Revise o texto pensando na clareza para o leitor.

Atividade: complete os trechos abaixo com conectivos apropriados e reescreva as frases para garantir a coerência

1. Estava muito cansado, _________ continuei trabalhando até tarde.
2. O ônibus atrasou. Cheguei tarde à aula. (Reescreva com coesão) 3. Gosto muito de estudar, porém _________. 4. O aluno estudou bastante. Ele foi mal na prova. (Reescreva de forma coerente)


Gabarito comentado

1. Estava muito cansado, mas continuei trabalhando até tarde. → Conector adversativo que mostra contraste.

2. Como o ônibus atrasou, cheguei tarde à aula. → A relação entre causa e consequência é destacada.

3. Gosto muito de estudar, porém às vezes me distraio facilmente. → O segundo membro da frase deve trazer uma ideia oposta ou contrastante.

4. O aluno estudou bastante, mas foi mal na prova porque estava nervoso. → Explica o motivo, trazendo mais coerência ao texto.


Conclusão

A coesão e a coerência não são apenas aspectos técnicos da escrita — são ferramentas essenciais para tornar seu texto mais efetivo, fluido e compreensível. Praticar o uso de conectores, revisar as ideias e pensar no leitor são passos fundamentais para a produção de textos claros e bem estruturados.

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Português de Portugal x Português do Brasil: diferenças curiosas com exemplos e atividades https://portuguesando.com.br/portugues-de-portugal-x-portugues-do-brasil-diferencas-curiosas-com-exemplos-e-atividades/ Mon, 12 May 2025 10:26:00 +0000 https://portuguesando.com.br/?p=769 O português é uma língua viva, rica em variações e expressões. Apesar de compartilharem a mesma origem, o português europeu e o português brasileiro apresentam diversas diferenças que vão além do sotaque. Essas variações ocorrem no vocabulário, na pronúncia, na gramática e até na pontuação. Este artigo destaca as principais diferenças entre as duas variedades da língua, com exemplos práticos e uma atividade para fixação do conteúdo.


Diferenças de vocabulário

Muitas palavras comuns em Portugal possuem significados diferentes (ou sequer existem) no Brasil e vice-versa. Veja alguns exemplos:

Português de PortugalPortuguês do BrasilSignificado
autocarroônibustransporte coletivo urbano
casa de banhobanheirolocal de higiene pessoal
raparigamenina (neutro)no Brasil, a palavra tem conotação negativa
putogaroto (informal)ofensivo no Brasil
fixelegal, bacanaincomum no Brasil
peúgasmeiasvestuário
telemóvelcelulartelefone móvel

Diferenças de pronúncia

A pronúncia portuguesa é geralmente mais fechada e conserva mais sons do latim. No Brasil, a linguagem tende a ser mais aberta e suave.

  • PT: “telefone” → /tɨ.lɨˈfɔnɨ/
  • BR: “telefone” → /te.leˈfo.ni/

Além disso, o uso do gerúndio é muito mais comum no Brasil:

  • PT: “Estou a estudar.”
  • BR: “Estou estudando.”

Diferenças gramaticais

  • Segunda pessoa do singular:
    • Portugal: usa-se tu com a conjugação correta (ex: tu falas)
    • Brasil: em muitos lugares, usa-se você com conjugação da terceira pessoa (ex: você fala)
  • Uso dos pronomes oblíquos:
    • Portugal: “Vou-me embora.”
    • Brasil: “Vou embora.”

Atividade: Complete as frases com o termo correspondente em português do Brasil ou de Portugal

  1. Em Lisboa, peguei o __________ para chegar ao centro. (BR: ônibus)
  2. Preciso ir à __________ antes de sair. (PT: casa de banho)
  3. Esqueci minhas __________ em casa e estou com frio nos pés. (BR: meias)
  4. Gosto de usar o __________ para ver as mensagens. (PT: telemóvel)
  5. O menino é muito __________, está sempre a rir-se. (PT: fixe)
  6. Em Portugal, é comum dizer “vou-me embora”, mas no Brasil dizemos __________.

Gabarito comentado

  1. autocarro – Equivale ao “ônibus” no Brasil.
  2. banheiro – Em Portugal, diz-se “casa de banho”.
  3. peúgas – Palavra portuguesa para “meias”.
  4. celular – No Brasil, usa-se essa palavra em vez de “telemóvel”.
  5. legal – Equivale a “fixe” em Portugal.
  6. vou embora – No Brasil, pronomes oblíquos são mais omitidos.

Conclusão

A diversidade linguística entre o português do Brasil e o de Portugal é uma das maiores riquezas da nossa língua. Compreender essas diferenças não apenas enriquece o vocabulário, mas também amplia a visão sobre a cultura e a história dos países lusófonos.

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5 erros de concordância que você pode estar cometendo (com exemplos e atividades) https://portuguesando.com.br/5-erros-de-concordancia-que-voce-pode-estar-cometendo-com-exemplos-e-atividades/ Sun, 11 May 2025 10:50:00 +0000 https://portuguesando.com.br/?p=758 A concordância é um dos pilares da gramática da língua portuguesa. Seja nominal ou verbal, ela garante que os elementos da frase estejam em harmonia. Ainda assim, muitos deslizes passam despercebidos no cotidiano, tanto na fala quanto na escrita. Neste artigo, você vai conhecer 5 erros comuns de concordância e aprender a evitá-los com exemplos práticos e atividades com gabarito comentado.


1. Falta de concordância entre sujeito e verbo

Errado: As criança brinca no parque.

Correto: As crianças brincam no parque.

O sujeito “crianças” está no plural, logo o verbo também deve estar.


2. Concordância com sujeito partitivo (a maioria, grande parte, etc.)

Errado: A maioria dos alunos chegaram atrasada.

Correto: A maioria dos alunos chegou atrasada.

O verbo deve concordar com o sujeito “a maioria”, que está no singular, mesmo que o complemento esteja no plural.


3. Uso incorreto de “houve” no sentido de existir

Errado: Houveram muitos problemas ontem.

Correto: Houve muitos problemas ontem.

O verbo “haver” no sentido de existir é impessoal e, portanto, fica sempre no singular.


4. Verbo com sujeito composto posicionado após o verbo

Errado: Chegou Pedro e Ana na festa.

Correto: Chegaram Pedro e Ana na festa.

Quando o sujeito composto vem após o verbo, este deve concordar com o sujeito no plural.


5. Concordância com pronomes de tratamento

Errado: Vossa Excelência estão enganados.

Correto: Vossa Excelência está enganada.

Apesar de o pronome estar na forma de tratamento (terceira pessoa), a concordância é com a terceira pessoa do singular.


Atividade: Corrija as frases a seguir

  1. Faltou os documentos necessários para o cadastro.
  2. Devem haver soluções para esse problema.
  3. Vossa Senhoria estão convocados para a reunião.
  4. Chegou os meninos e as meninas.
  5. Grande parte dos convidados já chegaram.

Gabarito comentado

  1. Faltaram os documentos necessários para o cadastro.

O verbo “faltar” é pessoal e deve concordar com “os documentos” (plural).

  1. Deve haver soluções para esse problema.

“Haver” é impessoal quando usado no sentido de existir: deve permanecer no singular.

  1. Vossa Senhoria está convocada para a reunião.

Concordância com a terceira pessoa do singular.

  1. Chegaram os meninos e as meninas.

Sujeito composto posposto: verbo no plural.

  1. Grande parte dos convidados já chegou.

“Parte” é o núcleo do sujeito e está no singular.


Ficou com dúvidas? Compartilhe com seus alunos ou colegas e pratique mais! A concordância correta deixa seu texto muito mais claro e elegante!

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